Quando pode gerar sofrimento
Comparações recorrentes, evitar situações por desconforto com a aparência, não gostar do próprio corpo ou ficar presa ao número da balança são experiências que podem afetar a vida cotidiana.
Uma relação mais cuidadosa com o corpo
O sofrimento nem sempre está no corpo em si, mas também na forma como ele é percebido.
Não se trata apenas do espelho
A imagem corporal é construída também por memórias, relações, experiências de discriminação, comentários recebidos e referências culturais. Por isso, duas pessoas podem olhar para o mesmo corpo e vivê-lo de maneiras muito diferentes.
Cuidado sem normas corporais
O objetivo de um processo psicológico não é ensinar alguém a gostar do próprio corpo o tempo todo. É possível investigar o sofrimento, ampliar repertórios e construir uma relação menos dominada pela autocrítica e pela comparação.
Referências
National Institute of Mental Health — Eating Disorders.