O corpo considerado “ideal” mudou ao longo da história. Ainda assim, a magreza passou a ser associada por muitas pessoas à disciplina, sucesso, autocontrole e valor moral, enquanto corpos maiores podem ser alvo de estigma.
Insatisfação corporal e busca incessante por um padrão estético podem se relacionar a sofrimento psicológico e comportamentos alimentares disfuncionais. Por isso, a perda de peso não deve ser o único indicador de sucesso em um cuidado de saúde.
Uma abordagem de qualidade considera saúde física e emocional, relação com a alimentação, qualidade de vida, contexto e história de cada pessoa. A forma como se fala sobre peso também importa: linguagem de flexibilidade e autocuidado pode reduzir culpa e vergonha.
Conteúdo informativo. Este texto não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação profissional individual.
Este texto foi desenvolvido a partir de uma publicação de Katia Nahum no Instagram.