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Comportamento alimentar

Cultura da magreza, estigma do peso e cuidado além da balança

O tratamento da obesidade não elimina sozinho o sofrimento com o corpo ou os impactos da cultura da magreza.

28 de junho de 2026 · Por Katia Nahum, psicóloga — CRP 05/32539

O corpo considerado “ideal” mudou ao longo da história. Ainda assim, a magreza passou a ser associada por muitas pessoas à disciplina, sucesso, autocontrole e valor moral, enquanto corpos maiores podem ser alvo de estigma.

Insatisfação corporal e busca incessante por um padrão estético podem se relacionar a sofrimento psicológico e comportamentos alimentares disfuncionais. Por isso, a perda de peso não deve ser o único indicador de sucesso em um cuidado de saúde.

Uma abordagem de qualidade considera saúde física e emocional, relação com a alimentação, qualidade de vida, contexto e história de cada pessoa. A forma como se fala sobre peso também importa: linguagem de flexibilidade e autocuidado pode reduzir culpa e vergonha.

Conteúdo informativo. Este texto não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação profissional individual.

Este texto foi desenvolvido a partir de uma publicação de Katia Nahum no Instagram.